CONVIVER COM AS DIFERENÇAS


GILBERTO URANO ALVES

Saber conviver com as diferenças é um desafio. Exige habilidade e sabedoria para lidar com situações e pessoas que possuem opinião divergentes. Tanto na blogosfera, como nas redes sociais, diariamente presenciamos desavenças de toda sorte e natureza, de entreveros mais brandos a ofensas mais ríspidas.

E porque é tão difícil o convívio da vida ON? Na verdade o próprio convívio da vida OFF já se revela um tanto quanto insipiente. Todos sabem o quão complicado é conviver com pessoas que vivem divergindo das nossas opiniões. Aqui, no interior de Minas, pessoas difíceis de se relacionar são taxadas de “sistemáticas”, elas possuem um linha de raciocínio praticamente imutável, estilo “capota, mas não freia”. Por mais errada que a pessoa possa estar, que sua opinião seja a mais absurda possível para todos, ela sempre pensará no seu íntimo que está certa, os outros é que estão errados.

Mudar de opinião não e tarefa fácil,  aceitar que aquilo que tínhamos como verdade não era bem aquilo que pensávamos é frustrante para alguns e inadmissível para outros. E como conviver com isso? Ora, ninguém é obrigado a concordar com nossas opiniões, as divergências são importantes para a convergência, é dialogando que se encontra o melhor caminho a percorrer. Por isso é importante ouvir o que os outros têm a dizer, mesmo que nossa opinião já esteja formada, uma ideia, uma nova visão sobre determinado assunto merece reflexão, nem que seja para respondermos: “respeito sua opinião, mas continuo com a minha”.

Cada pessoa é um ser único no mundo, com uma história de vida própria somente por ela experimentada. Você já parou para pensar que ninguém pode sentir o que você sente, da forma como você sente ? A sua alegria é só sua, a sua dor e tristezas são só suas. A forma como você enfrenta uma perda, por exemplo, é diferente da forma de outra pessoa. Porque você é um ser singular neste mundo, nem os gêmeos pensam e sentem de forma igual. Muitas de nossas dificuldades nas relações estão justamente porque esperamos que o outro aja conforme nós agimos. [Flávia Machado]

Algumas pessoas possuem uma mania irritante de querer serem os donos da verdade, não ouvem ninguém, não respeitam ninguém e tudo que destoa da sua opinião nem merece ser analisado, muito pelo contrário, será prontamente rechaçado. Cada pessoa é única, ninguém é obrigado a concordar com nossa opinião, mas todo cuidado é pouco, existe uma linha muito tênue entre discordar e ofender.

Nos blogs e no twitter é comum presenciarmos quizilas intermináveis sobre determinados assuntos, a sabedoria popular ensina que política, futebol e religião, não se discutem. Isso porquê cada qual quer defender sua posição e quer que o outro é que mude. Dificilmente alguém tem humildade suficiente para admitir o erro. Como conviver com essas diferenças? Existe uma palavra que por vezes fica esquecida numa discussão mais acalorada, RESPEITO.

Ora, se não concorda com determinada opinião, registre de forma clara sua posição, sem a perspectiva da obrigatoriedade de demover o outro da ideia inicial. Em vez disso proponha uma reflexão do tipo: fulano, aceito sua opinião, mas você não acha que se fosse desse outro modo seria melhor? Com isso você abre caminho para o diálogo, se a pessoa responder com um “talvez” continue o diálogo, já se a pessoa se mostrar radical no ponto de vista, nem perca seu  tempo, será inútil. Apenas finalize a conversa com um: “aceito sua opinião, mas não concordo”.

O que seria da Humanidade se todos agissem do mesmo modo?É inconteste a importância da diversidade de pensamentos e culturas para o desenvolvimento da Humanidade. Mas a dificuldade em aceitar as diferenças ainda está arraigada em nossa sociedade, e é um desafio vencer essa situação. [Natálya Guedes]

Nesse tempo de convívio ON já presenciei entreveros de toda sorte e natureza, aliás dificilmente passamos um dia incólumes no twitter e na blogosfera, as altercações praticamente viraram praxe. Devo admitir que não tenho a paciência de antes para discussões intermináveis, se não concordo com algo, registro, se a pessoa melindrar, prefiro me calar, afinal: “é melhor ser feliz do que ter razão”.

Artistas protestam contra fechamento do bar onde ocorria o Sarau do Binho


05/06/2012 - 07h05 - Folha - Ilustrada

JULIANNA GRANJEIA - DE SÃO PAULO


O fechamento pela Prefeitura de São Paulo do bar onde ocorria o Sarau do Binho, em Campo Limpo (zona sul de São Paulo), causou indignação entre artistas e fez com que um grupo organizasse um protesto contra a ação.
Um evento criado no Facebook convoca um "sarau-protesto em defesa da cultura popular, pela reabertura do bar do Binho" na próxima quarta-feira (13), às 12h, em frente à prefeitura, na região central da cidade.
"Esta gestão da prefeitura quer impedir as manifestações culturais autênticas da cidade, quer esconder a emergência e efervescência criativa e inventiva dos produtores e artistas de bairro. Vamos protestar!", diz o texto do site.
O rapper Mano Brown divulgou um vídeo (veja abaixo) onde manifesta apoio ao movimento.
"Você tirar o que você já não dá para o povo é muita prepotência, muita pretensão", afirmou o cantor em referência ao prefeito Gilberto Kassab (PSD).
O escritor e fundador da Balada Literária, Marcelino Freire, escritor e criador da "Balada Literária", escreveu em seu site sobre o assunto.
"É injusto -por problemas burocráticos que há tempo o Binho, junto a todas as instâncias, tenta resolver- que o Sarau tenha as suas portas fechadas pela prefeitura e a sua missão, assim, seja abortada, sua longa história interrompida. Todos perdemos com isto."
Marcelo Tas, jornalista e apresentador, também usou da internet para se manifestar contra o fechamento do bar.
"Espero que tudo seja um equívoco da subprefeitura e seja imediatamente reparado. Sob pena de Gilberto Kassab ter sua passagem pela Prefeitura de São Paulo, por conta dessa atitude absolutamente inadmissível contra quem promove cultura na zona sul, ser destinada à lata do lixo da história da cidade de São Paulo."
O poeta Sérgio Vaz afirmou que a notícia não só é triste, como também preocupante.
"Temos todos que nos mobilizar. A gente trabalha na quebrada quase sem apoio nenhum, constrói coletivos com a força das mãos das pessoas, e é isso que a gente recebe em troca?".
Fabio Braga - 30.nov.09/Folhapress
Sarau do Binho (à esq.) reúne moradores da comunidade e artistas no bar onde acontecia as manifestações culturais
Sarau do Binho (à esq.) reúne moradores e artistas no bar onde acontecia as manifestações culturais
A banda O Teatro Mágico --conhecida por sua militância pela independência dos artistas-- divulgou em sua página do Facebook a notícia do fechamento do Bar do Binho.
"Enquanto lutamos por uma cultura livre, outros (na contramão), lutam para se livrar dela, está certo isso? O fechamento do Sarau do Binho é apenas um exemplo dentro de tantos outros! A cultura se esvai entre os dedos dos nossos governantes quando os mesmos deveriam apoiar e promover tais movimentos. Queremos espaço para poetizar! Para gerar novos projetos, para fazer arte!".
Robson Padial, o Binho, afirmou que tentou regularizar a situação do imóvel, que é alugado. "Cada hora falavam que faltava uma coisa, é difícil entender os detalhes técnicos", afirmou.
Ontem (4), o sarau --que acontece há oito anos toda segunda-feira- foi realizado no Espaço Cultural CITA, na praça do Campo Limpo.
"A gente nem esperava essa repercussão, serviu como termômetro da força dessa cultura da periferia. O bar virou um ponto onde as pessoas se encontravam para fazer cultura. Temos selos de reconhecimento do Ministério Cultura, talvez eles não soubessem a dimensão do sarau. Agora estamos pensando em fazer um sarau itinerante. Por enquanto vamos tentar passar por outros pontos que já existem na periferia para fortalecer o trabalho deles também", afirmou Suzi de Aguiar Soares, mulher de Binho, que também participa dos saraus.
OUTRO LADO
A Secretaria de Coordenação das Subprefeituras informou que o bar foi fechado por por falta de licença de funcionamento, já que, pela Lei de Zoneamento, a região da rua Doutor Avelino Lemos Júnior --onde está localizado o comércio-- é residencial.
O último sarau no bar aconteceu no dia 28 de maio. Na sexta-feira (1º), representantes do bar se encontraram com o subprefeito de Campo Limpo, Trajano Conrado Carneiro, que teria se comprometido a dar orientações sobre os procedimentos legais para agilizar a regularização do estabelecimento.
A secretaria também informou que, além de não ter regularizado a licença após a primeira advertência e multa de R$ 4.000, o fechamento ocorreu devido ao registro de reclamações constantes dos moradores da região.
"Após os prazos legais para a apresentação deste documento, foi realizada nova vistoria e não foram apresentados os documentos. Assim, o estabelecimento foi lacrado e multado [pela segunda vez] no valor de R$ 4.000. Na última vistoria, foi lavrado auto por violação do lacre da prefeitura caracterizando crime de desobediência", diz a nota da secretaria.
Colaborou André Monteiro
Fabio Braga - 30.nov.09/Folhapress
Bar onde acontecia o Sarau do Binho, na rua Avelino Lemos Junior, na zona sul de São Paulo
Bar onde acontecia o Sarau do Binho, na rua Avelino Lemos Junior, na zona sul de São Paulo

Mulher de executivo da Yoki nega esquartejamento


05/06/2012 - 00h10 - Folha - Cotidiano

DE SÃO PAULO
JOSMAR JOZINO
DO AGORA
Elise Ramos Kitano Matsunaga, presa na noite desta segunda-feira (4) por ordem da Justiça sob suspeita de ter esquartejado o marido --o executivo Marcos Kitano Matsunaga, 42--, negou à Polícia Civil ter cometido o crime.
O corpo de Matsunaga --CEO (executivo-chefe) da Yoki, uma das maiores empresas do ramo alimentício do país-- foi esquartejado e, ao longo das últimas semanas, as partes foram desovadas em cidades da Grande São Paulo, principalmente em Cotia.
Elise teve a prisão temporária (cinco dias) decretada pela Justiça na noite desta segunda-feira e negou o crime aos policiais civis do DHPP (departamento de homicídios), que investigam i caso.
De acordo com o chefe do DHPP, delegado Jorge Carrasco, existem fortes indícios de que Elise cometeu o crime contra o marido.
A vítima, segundo Carrasco, era colecionadora de armas e, após seu desaparecimento, sua mulher e agora suspeita entregou à Guarda Municipal de Cotia algumas armas que pertenciam a ele para que fossem destruídas.
Uma dessas armas entregues seria uma pistola que, provavelmente, é do mesmo usada para acertar um tiro no executivo. No apartamento do casal também existem vários congeladores, que estão sendo periciados. A polícia acredita que as partes do corpo de Matsunaga ficaram em algum tipo de refrigerador antes de serem jogadas em Cotia.
Apu Gomes/Folhapress






























Policiais deixam prédio onde morava executivo, na zona oeste de São Paulo
Policiais deixam prédio onde morava executivo, na zona oeste de São Paulo

04/06/2012 - 22h09

Justiça determina prisão temporária de mulher de executivo morto


ANDRÉ CARAMANTE
DE SÃO PAULO

A Justiça determinou a prisão temporária (por cinco dias) da mulher do empresário Marcos Kitano Matsunaga, 40, CEO (executivo-chefe) da Yoki, uma das maiores empresas do ramo alimentício do país.
O corpo de Matsunaga foi esquartejado e, ao longo das últimas semanas, as partes foram desovadas em cidades da Grande São Paulo. O nome da suspeita não foi divulgado e a motivação, segundo a polícia, foi passional.
A cabeça, uma perna e os dois braços do empresário foram encontrados na estrada dos Pires, em Caucaia do Alto, na região de Cotia, no último dia 27. Apesar de espalhadas, as partes estavam próximas e em sacos plásticos. Para a polícia, as partes do corpo do empresário foram mantidas em um refrigerador antes de serem jogadas na região de mata onde foram achadas.
O empresário havia desaparecido em 20 de maio. Não houve pedido de resgate aos familiares de Matsunaga, mas o DHPP (departamento de homicídios) não descarta que ele tenha sido vítima de um sequestro e, ao reconhecer algum envolvido no crime, foi morto.
Em maio, a Yoki foi vendida para a norte-americana General Mills, sexta maior empresa de alimentos do mundo e dona de marcas globais como Yoplait e Häagen-Dazs. O negócio foi de cerca de R$ 1,75 bilhão, mais R$ 200 milhões de uma dívida pendente da Yoki.
Desde sexta-feira, quando o caso passou a ser investigado pelo DHPP, um grupo de policiais militares chegou a ser investigado sob suspeita de participação no crime. Na noite desta segunda-feira, o Comando-Geral da PM informou que nenhum policial militar está envolvido na morte do empresário.
Neste momento, os investigadores da equipe F-Sul, do DHPP, estão no apartamento onde o empresário vivia, na Vila Leopoldina (zona oeste) em busca de provas que possam ligar a sua mulher ao crime.

04/06/2012 - 18h22

PMs são suspeitos de esquartejar executivo-chefe em SP

ANDRÉ CARAMANTE
DE SÃO PAULO

Um grupo de policiais militares é investigado pelo DHPP (departamento de homicídios), da Polícia Civil de São Paulo, e também pela Corregedoria da PM sob suspeita de participar da morte do empresário Marcos Kitano Matsunaga, 40, CEO (executivo-chefe) da Yoki, uma das maiores empresas do ramo alimentício do país.
Os PMs são investigados porque fariam parte da escolta particular do empresário.

O corpo de Matsunaga foi esquartejado e, ao longo das últimas semanas, as partes foram desovadas em cidades da Grande São Paulo.
A cabeça, uma perna e os dois braços do empresário foram encontrados na estrada dos Pires, em Caucaia do Alto, na região de Cotia, no último dia 27. Apesar de espalhadas, as partes estavam próximas e em sacos plásticos. Para a polícia, as partes do corpo do empresário foram mantidas em um refrigerador antes de serem jogadas na região de mata onde foram achadas.
O empresário havia desaparecido em 20 de maio. Não houve pedido de resgate aos familiares de Matsunaga, mas o DHPP não descarta que ele tenha sido vítima de um sequestro e, ao reconhecer algum envolvido no crime, foi morto. Outra hipótese é a de que o crime foi passional.
Em maio, a Yoki foi vendida para a norte-americana General Mills, sexta maior empresa de alimentos do mundo e dona de marcas globais como Yoplait e Häagen-Dazs. O negócio foi de cerca de R$ 1,75 bilhão, mais R$ 200 milhões de uma dívida pendente da Yoki.

ADMINISTRADOR PÚBLICO - PROFISSIONAL RESPONSÁVEL POR ADMINISTRAR O BEM PÚBLICO

Gilberto Urano Alves - Itatiba - SP
1 - O que é ser um administrador público?

Administradores são profissionais que planejam, organizam e orientam o uso dos recursos de uma empresa, sejam eles financeiros, materiais, operacionais, pessoais, etc. O administrador público é o profissional responsável por zelar pelo patrimônio público, realizando todas essas funções com o objetivo de manter o pleno funcionamento dos serviços ou repartições públicas em que trabalha. Para tal, o profissional cria métodos e técnicas de organização e de administração do trabalho de acordo com as necessidades da seção, e seu objetivo é evitar gastos desnecessários, excedente ou falta de funcionários, falhas de comunicação ou problemas de desperdício. O administrador público deve principalmente cuidar da parte financeira, fiscalizar os gastos e planejá-los evitando, assim, déficits orçamentários. Sob o aspecto operacional, administração pública é o desempenho perene e sistemático, legal e técnico dos serviços próprios do Estado, em benefício da coletividade.



2 - Quais as características necessárias para ser um administrador público?

O administrador público deve, acima de tudo, ter gosto pela liderança e pela gerência de operações. O domínio de conceitos administrativos e econômicos adquiridos durante o curso também são extremamente importantes. Outras características interessantes são:
  • capacidade de organização
  • capacidade de observação
  • capacidade de liderança e de gerência
  • responsabilidade
  • honestidade
  • visão de projeto
  • metodologia
  • dinamismo
  • facilidade de lidar com situações inesperadas
  • flexibilidade
  • agilidade
  • objetividade
  • pró-atividade
  • capacidade de trabalhar sobre pressão
3 - Qual a formação necessária para ser um administrador público?

Para ser um administrador público é necessário diploma de curso superior em Administração de Empresas ou em Administração Pública, ambos com duração média de quatro a cinco anos. O curso oferece formação completa, tanto para a administração privada quanto para a pública. No caso da área pública, o curso prepara e orienta os administradores a uma atuação em organizações públicas e possibilidades de gestão de políticas e projetos de caráter público. Algumas matérias que fazem parte da grade curricular do curso, tanto o regular, quanto o especializado em gestão pública são: instituições de direito, gestão empresarial, filosofia, contabilidade empresarial, simulação empresarial, matemática financeira, direito do trabalho, ética e política, contabilidade de custos, direito comercial, direito tributário, estatística, sociologia, marketing, entre outras.
Principais atividades

O administrador público é responsável por planejar, organizar e controlar as atividades de empresas públicas e privadas, além de traçar estratégias e métodos de trabalho nas mais variadas áreas - rural, hospitalar, agroindustrial, escolar, financeira e muitas outras, sempre relacionadas com o setor público. No setor público, o administrador é uma figura importantíssima, pois é ele quem coordena os investimentos e controla o capital, além de fiscalizar todo o movimento comercial e financeiro da empresa pública. Seu papel é fundamental nas situações de crise, pois cabe a ele definir como equilibrar a saúde financeira e produtiva da empresa.
Áreas de atuação e especialidades

O administrador público pode trabalhar em todas as repartições e subdivisões do serviço público, e, inclusive pode disputar cargos públicos de alto padrão ou de gerência. No caso desse profissional, sua formação é específica para a administração do setor público, porém, pode também trabalhar com empresas privadas ou com o terceiro setor. O administrador público deve ter uma visão ampla da sociedade e do contexto sócio-cultural da região, para que possa melhor coordenar a administração, pois esse profissional tem um compromisso social e político com a sociedade. Ou seja, o profissional precisa de uma visão sistêmica, voltada ao interesse público.

4 - Mercado de trabalho

O mercado de trabalho para o administrador é muito amplo no Brasil, em todas as regiões e em diversos setores da economia. Para o profissional da área pública o mercado também é amplo, porém dependendo do cargo, a contratação é feita mediante aprovação em concurso público. Nesse caso, o mercado de trabalho depende da abertura de vagas concursadas. O domínio sobre algum idioma estrangeiro é imprescindível nessa área, além da constante atualização por meio de cursos e especializações.
Curiosidades

Desde os primórdios os homens se associaram e organizaram sistemas para melhor conviver. O início da administração é assim, porém a criação de uma teoria da administrativa e da carreira de administrador de empresas, como é reconhecido hoje, só se desenvolveu a partir do século 19, incentivada pela Revolução Industrial, iniciada na Inglaterra no final do século 18 e que gerou importantes mudanças econômicas, políticas e sociais no mundo. A industrialização rapidamente se expandiu para Europa e Estados Unidos, o que gerou as bases da moderna Administração. Os primeiros estudos sobre um método capaz de aumentar a eficiência e produtividade das empresas em um mercado cada vez mais competitivo, foi a partir da publicação dos estudos de dois engenheiros. O norte-americano Frederick Taylor, responsável pela chamada Escola de Administração Científica, difundia o aumento da eficiência da indústria a partir da racionalização dos operários. O francês Hanri Fayol, por sua vez, disseminou a Escola Clássica da Administração, cuja meta era aumentar a eficiência empresarial por meio de sua organização e aplicação de princípios gerais de administração. Esses dois pensamentos uniram-se e deram origem a teorias e conceitos que formaram a administração atual. Depois disso, outras teorias surgiram, moldando o que existe hoje em termos de administração. Com o tempo a administração consolidou-se como ciência social com interação em áreas como direito, ciência econômica, ciência política, sociologia, psicologia social e antropologia.

Fonte: Brasil Profissões

Programa de Reabilitação Cardíaca, Pulmonar e Metabólica


Fonte: Revista do Coração - Hospital do Coração - HCor

Serviço de Reabilitação Cardíaca, Pulmonar e Metabólica do Hospital do Coração reduz em 30% chance de novos eventos cardiovasculares como infarto

O programa de Reabilitação Cardíaca, Pulmonar e Metabólica do HCor – um dos mais completos serviços de reabilitação do país por contemplar uma ampla abordagem multidisciplinar nas áreas de cardiologia, pneumologia, fisiatria, psicologia, nutrição, enfermagem, fisioterapia e educação física contribui com inúmeros benefícios ao paciente que sofreu um evento cardiovascular. Nesse programa os pacientes tiveram um aumento de sobrevida de 25% a 30% em comparação aos grupos que não fizeram parte de reabilitação cardiopulmonar, além da evolução nos índices de qualidade de vida.

Também fazem parte dos resultados do Serviço de Reabilitação HCor a redução de 30% de novos eventos cardiovasculares, como infarto do miocárdio, melhora dos níveis de glicemia (auxiliando na terapêutica do diabetes), redução da pressão arterial, enriquecimento da flexibilidade e força muscular, promoção da sensação de bem-estar e ações de reabilitação comprovadas no sistema nervoso central.
A orientação do treinamento físico ao paciente é baseada em informações obtidas na avaliação cardiorrespiratória (teste cardiopulmonar), ostemioarticular (fisiátrica), nutricional e metabólica (composição corporal/bioimpedância elétrica e dados ergoespirométricos), além da ação dos educadores físicos e fisioterapeutas na efetivação das sessões de exercícios supervisionados com monitorização eletrocardiográfica (sistema de telemetria multicanal - único em programas de reabilitação cardiopulmonar do país).
“O entendimento por parte do paciente de que a doença não é apenas a lesão aterosclerótica (placa de gordura) na artéria coronária, mas sim o que está levando ao desenvolvimento dessas placas, ou seja, tratamos efetivamente as principais causas das doenças cardiovasculares por meio de orientações comportamentais para redução dos níveis de estresse, abolição do tabagismo com suporte psicológico, redução dos níveis de pressão arterial e do peso corporal, controle das gorduras no sangue e níveis de glicemia, bem como a melhora da aptidão cardiorrespiratória para reduzir o risco de eventos arrítmicos estão comprovados entre os benefícios do programa”, esclarece Dr. Carlos Hossri, cardiologista responsável pelo Serviço de Reabilitação Cardiopulmonar e Metabólica do HCor.
Segundo o especialista, além da prevenção, o programa tem ação terapêutica, pois promove a melhora da função cardiovascular e possibilita a recuperação do paciente física e psicossocialmente. “A essência do serviço de reabilitação não é apenas buscar o restabelecimento dos pacientes acometidos de eventos cardiovasculares como, por exemplo, infarto do miocárdio, angina, angioplastia coronária, cirurgia de revascularização miocárdica, mas também reduzir as chances de um novo evento e também evitar que o primeiro evento possa acontecer. Os objetivos do serviço coincidem com a missão do HCor que é promover a recuperação da saúde, utilizando tecnologia de ponta e humanismo”, acrescenta Dr. Hossri.

A eficácia do programa
Um estudo foi realizado com 100 pacientes com doença coronariana, todos com quadro de angina (dor no peito), e que foram submetidos a tratamento invasivo através da angioplastia coronária (colocação de stent´s). Esses pacientes foram divididos em dois grupos de 50 pacientes – um grupo para o tratamento com angioplastia e outro para a reabilitação. No término de um ano houve 14% a mais de complicações para o grupo da angioplastia (com a necessidade de novo procedimento ou cirurgia de revascularização) do que para os pacientes que realizaram o programa de reabilitação.
“A conclusão desse estudo revela que medidas como a reabilitação são recursos que devem ser estimulados no gerenciamento das doenças cardiovasculares, sendo sempre uma alternativa para pacientes sem condições de serem submetidos a tratamentos invasivos e com maiores riscos, ou mesmo após esses tratamentos”, explica Dr. Hossri.

Sobre a Reabilitação do HCor
O conceito de reabilitação se desenvolveu inicialmente após as grandes guerras, quando os governos se deram conta dos custos econômicos, familiares e sociais decorrentes das lesões e sequelas dos seus cidadãos e deram início as medidas de reparação e integração dos indivíduos, tanto no âmbito social quanto econômico. Atualmente, o processo de reabilitação está associado a um conceito mais amplo de saúde, incorporando o bem-estar físico, psíquico e social a que todos os indivíduos têm direito. É considerado como um processo em que diversos profissionais devem estar envolvidos, o médico, o fisioterapeuta, o terapeuta ocupacional, o educador físico ou qualquer outro profissional de saúde empenhado na melhoria da qualidade de vida do paciente.
O Serviço de Reabilitação do HCor desenvolve um programa individualizado, coordenando toda a assistência de forma que os resultados sejam focados em intervenções que otimizem as atividades e a participação das pessoas atendidas.
“Nesses 12 anos de existência do Programa de Reabilitação mais de 1000 pacientes puderam se favorecer dos benefícios promovidos pelo programa. Atualmente são cerca de 80 pacientes submetidos às 240 sessões de treinamento físico supervisionado por mês somente na abordagem dos distúrbios cardiovasculares e respiratórios”, explica Dr. Hossri.
Um processo de avaliação direciona a abordagem do tratamento de acordo com as necessidades e os resultados esperados para cada pessoa, isto é, desenvolver a assistência com base na necessidade de cada um.
O HCor dispõe de inúmeros programas de Reabilitação, que incluem a abordagem de afecções cardíacas, respiratórias, metabólicas como a obesidade e o diabetes, além de neurológicas, ortopédicas, entre outras. Todos os programas são voltados à promoção da saúde e à melhora da qualidade de vida, além de dispor, também, de programas direcionados a atletas e aqueles que desejam iniciar ou aprimorar a prática de atividade física.

Itamaraty confirma que brasileira se jogou de navio na Itália


04/06/2012 - 12h42 -  Folha - Cotidiano
DE SÃO PAULO

A brasileira Lais Santiago Almeida Santos, 21, que trabalhava como camareira em um cruzeiro na costa da Itália edesapareceu na sexta-feira passada, se jogou do navio, segundo a assessoria do Itamaraty.
Reprodução/Facebook
A brasileira Lais Santiago Almeida Santos
A brasileira Lais Santiago Almeida Santos
A informação teria sido dada pela Capitania dos Portos de Catania ao Consulado Geral do Brasil em Roma.
Segundo o Itamaraty, as câmeras do navio Costa Magica registraram imagens da jovem subindo ao convés e se atirando ao mar após minutos de hesitação, às 2h de sábado. Ela foi vista pela última vez na sexta.
O desaparecimento da brasileira havia sido relatado pelo namorado dela, que disse não ter encontrado a jovem na cabine que dividiam. O navio, que possui 1.358 camarotes, estava atracado em Catania e foi inspecionado na tentativa de localizar a brasileira.




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Itamaraty confirma que brasileira se
jogou de navio na Itália

Fonte: Terra - Noticias - 04 de junho de 2012 • 12h44 • atualizado às 12h46


A principal hipótese levantada nas investigações é a de que a jovem caiu em alto-mar
Foto: Reprodução/Futura Press

O Itamaraty confirmou no final da manhã desta segunda-feira que a brasileira desaparecida durante um cruzeiro na Itália se jogou do navio transatlântico Costa Magica. Imagens obtidas pela Guarda Costeira de Catânia mostram Laís Santiago Almeida Santos, 21 anos, subindo ao convés por volta das 2h de sábado (horário local) e se atirando em alto-mar após minutos de hesitação.
O Ministério das Relações Exteriores informou que as buscas pelo corpo da garçonete continuarão. Colegas de trabalho e um suposto namorado da brasileira, que trabalhava no navio, chegaram a ser convocados para prestar depoimento.
Em entrevista ao Terra, Gustavo Dalla Vecchia, que trabalhava com a garota no cruzeiro e retornou ao Brasil há duas semanas, disse que as notícias enviadas por brasileiros que estavam na embarcação eram controversas. "Tenho amigos que disseram que ela se jogou do navio e que deixou uma carta, outro que diz que já acharam o corpo, e outros que dizem não ter nenhuma novidade."
De acordo com ele, esse era o segundo contrato de Lais com a empresa Infinity Brazil, responsável pelo recrutamento de tripulantes no Brasil. "Ela já tinha feito outro contrato antes. E estava feliz porque tinha voltado a trabalhar junto com o namorado, que é indiano e também tripulante do Costa Magica", afirmou.
Para Gustavo, durante o tempo em que conviveu com a amiga, ela não aparentava estar deprimida ou infeliz. "Fazia um mês e pouco que ela estava no Costa Magica e, enquanto eu estava lá, ela não pensava em voltar. Depois que eu desembarquei que fiquei sabendo que ela estava querendo sair, porque estava cansada", disse o amigo.

Método promete acabar com vício do fumo em 6 horas


03/06/2012 - 07h00 - Folha - Equilibrio e Saúde

Franquia de seminários antitabaco promete fim do vício sem síndrome de abstinência


DÉBORA MISMETTI
EDITORA-ASSISTENTE DE "CIÊNCIA+SAÚDE"

O nome parece até uma provocação: Método Fácil de Parar de Fumar.
Desde março, uma franquia brasileira dos seminários Easyway criados pelo inglês Allen Carr (1933-2006) está operando em São Paulo.
Presente em mais de 50 países, o empreendimento se baseia em palestras em grupo ou individuais e promete, em seis horas, fazer os clientes fumarem o último cigarro sem sofrer com a abstinência.

Se a pessoa não conseguir parar, tem direito a mais dois encontros em até três meses, tudo incluído no pacote (que custa cerca de R$ 500). Se mesmo assim não der certo, o dinheiro é devolvido. É o que afirma Lilian Brunstein, 45, arquiteta que ministra os seminários no Brasil.
Simon Plestenjak/Folhapress
Fabiano Souza, 38, empresário, que de 20 a 25 cigarros por dia ele passou a zero; leia mais
Fabiano Souza, 38, empresário, que de 20 a 25 cigarros por dia ele passou a zero; clique e saiba mais
"Os fumantes têm pavor de parar porque a sociedade, a propaganda e a lavagem cerebral dizem que vai ser difícil", afirma.
A reportagem foi convidada a participar de um seminário do Easyway contratado para uma rede de academias de ginástica, em São Paulo.
O dono do negócio, François Engelmajer, 45, conheceu o método nos EUA e baixou em seu computador um vídeo comprado no site internacional do Easyway.
Ele fumou por mais de 30 anos e parou após assistir à apresentação pelo computador. "Fumei o último cigarro e não quis mais saber disso." Decidiu dividir a descoberta.

O grupo com cerca de 15 fumantes se reuniu em uma sala da academia, em Moema, na semana passada.
Lilian deu início aos trabalhos lembrando a história do criador do método, Allen Carr, que fumava entre 60 e cem cigarros por dia. Em seu livro "The Easy Way to Stop Smoking" (esgotado no Brasil), Carr afirmava que seu sangue era até amarronzado pela falta de oxigenação.
Depois de mais de 30 anos lutando contra o vício, Carr, que morreu de câncer de pulmão, dizia que havia parado sem sofrimento ao desvendar os mecanismos da dependência física e psicológica.
SUPORTÁVEL
Simon Plestenjak/Folhapress
Clozel Ferreira, 58, após 40 anos fumando, diz que está subindo pelas paredes
Clozel Ferreira, 58, após 40 anos fumando, diz que está subindo pelas paredes; conheça a história
O princípio básico do "tratamento" é: a síndrome de abstinência de nicotina não é tão ruim, mas se torna um sofrimento porque a pessoa acredita que vai ser difícil.
A ideia é desconstruir as associações que os fumantes fazem com o ato de fumar: o cigarro relaxa, ajuda na concentração, faz companhia. O discurso tenta substituir essas associações pelo simples fato de que as pessoas fumam porque são dependentes.
Nas seis horas do encontro, há pausas para fumar. Na primeira, todos "pulam" da cadeira imediatamente. Nas outras, algumas pessoas nem chegam a sair. Na última, muitos estão convencidos de que vão parar. Os participantes são convidados a jogar os cigarros fora e viver como não fumantes.
COM ACOMPANHAMENTO
A cardiologista Jaqueline Issa, responsável pelo programa de tabagismo do Incor (Instituto do Coração do HC de São Paulo), vê esse tipo de programa com desconfiança.
"Essas coisas alternativas me preocupam porque afastam as pessoas da abordagem médica", afirma ela.
Issa diz que a síndrome de abstinência é uma doença que precisa de tratamento. Para fumantes com níveis altos de dependência, é preciso usar remédios.
"Privá-los de um tratamento adequado é uma prática antiética." Para ela, o acompanhamento médico e psicológico e a prescrição de drogas como vareniclina (Champix) ou reposição de nicotina (patch ou chicletes) são a melhor forma de evitar o sofrimento da abstinência.
"Quando passam pela abstinência sem assistência e falham, muitos ficam tão traumatizados que não tentam mais parar."
Ela lembra, no entanto, que há vários níveis de dependência. A abordagem motivacional pode funcionar nos casos menos graves.
"Tudo que incentive a parar é bom, mas não se pode esperar efeito milagroso."
Colaboraram FELIX LIMA e GIULIANA VALLONE

HOMILIA DOMINICAL 30 DE AGOSTO DE 2026 22º DOMINGO DO TEMPO COMUM Leitura do Dia Primeira Leitura Leitura do Livro do Profeta Jeremias - 20,...