MUNDO DAS CRIANÇAS - JUNDIAÍ - SP

Com conceito inédito, Mundo das Crianças é apresentado no aniversário da cidade

Publicada em 14/12/2020 às 15:57

Subir na árvore, escalar, fazer uma trilha, descobrir o novo, despertar sentidos, recriar a infância. Com todas estas possibilidades, a Prefeitura de Jundiaí e a DAE apresentaram, nesta segunda-feira (14), o Mundo das Crianças, localizado na rodovia João Cereser. O espaço desponta com proposta inédita de integração entre a brincadeira, o aprendizado e o contato com a natureza, sendo resultado das iniciativas do programa municipal Cidade das Crianças.

CONFIRA AS FOTOS

A vistoria não foi aberta ao público, em razão da necessidade de cumprimento dos protocolos sanitários para prevenção do Coronavírus. De acordo com os administradores, até que haja condições epidemiológicas para a abertura, o local poderá ser visitado, após agendamento prévio, por grupos técnicos interessados em contribuir com a formulação de políticas públicas voltadas à infância.

A estrutura se diferencia e impressiona por reunir uma grande sala de aula em cima da árvore e um foguete de 10,5 metros de altura, símbolo do Mundo das Crianças.

Com acesso gratuito, a estrutura se diferencia e impressiona por reunir uma grande sala de aula em cima da árvore, além de um foguete de 10,5 metros de altura, símbolo do Mundo das Crianças, que, juntos, vão despertar as experiências sensoriais e o conhecimento dos pequenos. Também compõem o local 14 quadras, teatro ao ar livre, praças, pista de skate, parkour e ciclovia. Tudo isso também com o olhar para a preservação ambiental da represa de Acumulação, que fica no entorno e pode ser observada a partir de um mirante.
Gabrielle Ferreira Santos, 10 anos, conheceu o espaço acompanhada dos pais e do irmão e aprovou a estrutura. “Muito legal ver que crianças de todas as idades têm vez aqui”

Membro do Comitê das Crianças, Gabrielle Ferreira Santos, 10 anos, conheceu o espaço acompanhada dos pais e do irmão e aprovou a estrutura. “Muito legal ver que crianças de todas as idades têm vez aqui. Fico feliz por ter participado do projeto porque gosto de ajudar a cidade”, conta.

Brinquedos para crianças com até 95 centímetros (altura máxima de uma criança de 3 anos) também compõem o cenário. Outra preocupação, também inédita, é a garantia de acesso universal, para que as crianças com deficiência possam aproveitar toda a estrutura, não somente em determinados brinquedos adaptados.

Cidade das Crianças

Na última semana, Jundiaí passou a integrar oficialmente a Rede Urban95, iniciativa da fundação holandesa Bernard van Leer. O Mundo das Crianças fortalece as ações que proporcionaram reconhecimento mundial ao município para integrar o seleto grupo de 14 cidades do país envolvidas na rede brasileira que prioriza a Primeira Infância.

Ao lado do prefeito Luiz Fernando Machado, representantes do Instituto Alana e do Cidades Sustentáveis elogiaram a iniciativa, com foco em unir natureza e respeito à infância.

“O Mundo das Crianças foi projetado para ser o espaço onde nossas crianças definirão, de forma pessoal, o sentido da palavra lazer, aprendendo a importância de proteger a água e o meio ambiente. Isso coloca Jundiaí à frente de todas as cidades brasileiras”, afirma o prefeito Luiz Fernando. “Nosso objetivo é fazer com que as crianças se desafiem a buscar novas formas de brincar e possam com isso aprender brincando”, complementa.

Para Laís Fleury, coordenadora do projeto Criança e Natureza do Instituto Alana, a iniciativa integra o que há de mais importante: espaços públicos mais verdes, a valorização da natureza e o olhar para a primeira e a primeiríssima infância. “Ajudamos a construir este conceito aqui no Mundo das Crianças, para que todas elas tenham espaço, desde bebês.” Diretor presidente do Instituto Cidades Sustentáveis, Jorge Abrahão, avalia que o espaço passa uma mensagem de cuidado. “Vemos aqui beleza, bom gosto e respeito às crianças. É uma grande obra”, diz.

“O Mundo das Crianças foi projetado para ser o espaço onde nossas crianças definirão, de forma pessoal, o sentido da palavra lazer, aprendendo a importância de proteger a água e o meio ambiente”, afirma Luiz Fernando.

Nesta primeira fase, o Mundo das Crianças conta com 170 mil metros quadrados. Foram plantados 120 mil metros quadrados de gramado e 12 mil mudas de plantas nativas e mais 1,5 mil mudas de plantas frutíferas (em três pomares) e plantas exóticas. Para a realização das obras foram também empregados 300 trabalhadores. Em outra fase futura, estão previstas intervenções em outros 330 mil metros quadrados de área, com matas e lagoas, o que totalizará ao espaço 500 mil metros quadrados totais.

“O espaço vem para ampliar a área de preservação da represa, a segurança hídrica do município e ainda desenvolver um papel preponderante com as crianças. Iniciativa que vai proporcionar a educação ambiental e estimular a coordenação motora, por meio de brincadeiras e o contato direto com a natureza, além de acolher as famílias em um espaço democrático”, avalia Palhares.

Assessoria de Comunicação – DAE Jundiaí

Fotos: PMJ



 HPV

Fonte: A.C.Camargo Cancer Center

Centro Integrado de Diagnóstico, Tratamento, Ensino e Pesquisa

HPV: conheça mais sobre esse vírus e saiba como se prevenir e se cuidar.

Você já ouviu falar nesta sigla: HPV (Papiloma Vírus Humano) É um vírus comum que afeta tanto homens quanto mulheres e é muito contagioso. Para reduzir o risco de contaminação do HPV genital é essencial cuidar da prevenção. Para as mulheres, isso significa que ir todos os anos ao ginecologista, fazer o Papanicolau e usar preservativos nas relações sexuais, devem fazer parte de sua rotina. E, a partir dos 30 anos, hora de começar a agendar o teste de HPV.

Você sabia que existe mais de um tipo de HPV?

HPV não é um vírus só. Na verdade, existem mais de 100 tipos diferentes de HPV. Acontece que muitos deles não provocam sintomas e desaparecem sem nenhum tratamento. É capaz de você já ter tido sem perceber.

Cerca de 40 tipos de HPV são conhecidos como HPV genitais, porque afetam essa área. Alguns provocam mudanças nas células do revestimento do colo do útero. Caso não sejam tratadas, essas células anormais podem se tornar células cancerosas.

Outros tipos de HPV causam verrugas genitais e modificações benignas (anormais, mas não cancerosas). Muitos tipos de HPV provocam resultados anormais no exame de Papanicolau.

O HPV é um vírus comum?

Sim, bem mais comum do que você pensa. Em 2001, a Oraganização Mundial de Saúde – OMS estimou que cerca de 630 milhões de pessoas (9%-13%) estavam infectadas pelo HPV.

Atualmente, estima-se que cerca de 80% das mulheres entrarão em contato com o HPV durante a vida.

Qualquer pessoa pode adquirir HPV genital?

Sim, qualquer pessoa que tenha qualquer tipo de contato sexual pode contrair o HPV. É até possível contaminar-se sem relações sexuais, mas muito raro isso acontecer. O HPV é altamente contagioso, podendo ser transmitido numa única vez.

Todas as pessoas que têm o HPV vão desenvolver câncer de colo do útero ou verrugas genitais?

Não. As defesas do corpo são suficientes para eliminar o vírus em até 2 anos em cerca de 90% dos casos.

Entretanto, certos tipos de HPV podem desenvolver verrugas genitais e alterações pré-câncer no colo do útero, na vagina e na vulva.

O câncer de colo do útero está sempre relacionado ao HPV?

O vírus HPV é encontrado em 99,7% dos casos de câncer de colo do útero, mas ele também está relacionado ao desenvolvimento do câncer do ânus, vulva, pênis, boca e garganta. É importante frisar que o fato de uma mulher entrar em contato com o vírus não significa necessariamente que desenvolverá algum tipo de câncer.

Se o HPV não apresenta sinais ou sintomas, como vou saber que sou portadora?

Esse exame é feito com a coleta de material durante a consulta ginecológica e permite a detecção de células anormais no revestimento do colo do útero. Outro teste – DNA do HPV ou captura híbrida para HPV – está disponível nos laboratórios e consultórios para detectar os tipos de HPV relacionados ao câncer de colo do útero.

Os homens também desenvolvem doenças associadas ao HPV?

Sim, também nos homens as manifestações clinicas mais comuns são as verrugas genitais, causadas pelo tipos 6 e 11 do vírus. Mas alguns tipos de HPV de alto risco, como o 16 e o 18, também causam câncer, como os de pênis, de ânus e de boca.

Quais as formas de prevenir a transmissão do HPV genital?

 Não existe uma forma de prevenção de 100% segura, já que o HPV pode ser transmitido até mesmo por meio de um objeto. Calcula-se que o uso da camisinha consiga barrar entre 70% e 80% das transmissões. Agora temos a vacina contra o HPV, que dever ser aplicada em meninas e meninos a partir dos 9 anos de idade e antes de iniciar a vida sexual.

Autora: Dra. Raquel M. Bussolotti – Responsável Técnica – CRM – SP 77005

Publicação: www.accamargo.org.br


 Os casos de 'cura milagrosa’ de câncer que intrigam a ciência

• David Robson - Autor

• Da BBC Future - Publicação 26 março 2015

O caso deixou boquiabertos todos os envolvidos: uma mulher de 74 anos começou a apresentar uma irritação na pele que não melhorava. Quando finalmente procurou um hospital, parte de sua perna direita estava coberta de nódulos. Os testes confirmaram que se tratava de um carcinoma, um tipo de câncer de pele.

Por causa da maneira como os tumores estavam espalhados, a radioterapia não seria eficiente. E os médicos não poderiam removê-los. Alan Irvine, oncologista responsável pelo tratamento da paciente no Hospital St. James, em Dublin, na Irlanda, lembra que a amputação parecia ser a única opção viável, mas por causa da idade da paciente, seria difícil que ela se adaptasse bem a uma prótese.

"Decidimos simplesmente esperar e pensar em outras possibilidades, mesmo sabendo que haveria muito sofrimento pela frente", conta.

Foi aí que o "milagre" começou: apesar de não terem sido tratados, os tumores diminuíram e murcharam até desaparecerem completamente. Depois de 20 semanas, a paciente estava curada. "Não tínhamos dúvida alguma de que o diagnóstico estava correto, mas depois disso nada aparecia nas biópsias ou nos exames de imagem", diz o médico. "O caso mostra que é possível para o corpo combater o câncer, mesmo que isso seja incrivelmente raro."

A questão é: como? A paciente de Irvine acredita ter sido a "mão de Deus". Mas cientistas estão estudando a biologia por trás da chamada "regressão espontânea" para buscar pistas que possam fazer casos de autocura algo mais comum.

Recuperada pela gravidez
Cientistas buscam pistas de como sistema imunológico pode ser incentivado a destruir tumores

Em tese, nosso sistema imunológico deveria perseguir e destruir células que sofrem mutações antes que elas comecem a evoluir para um câncer. Mas às vezes essas células conseguem passar despercebidas, reproduzindo-se até formarem um tumor.

Até o câncer ser detectado pelos médicos, é altamente improvável que o paciente consiga se recuperar sozinho: acredita-se que apenas um em cada 100 mil pacientes pode se livrar da doença sem receber tratamento.

Mas entre esses raríssimos casos há algumas histórias realmente inacreditáveis. Um hospital da Grã-Bretanha, por exemplo, recentemente tornou público o caso de uma paciente que descobriu um tumor entre o reto e o útero pouco antes de saber que estava grávida. A gestação correu bem e o bebê nasceu saudável. Quando ela se encaminhava para o doloroso tratamento para o câncer, seus médicos notaram, com muito espanto, que o tumor desapareceu misteriosamente durante a gravidez. Nove anos depois, a mulher não apresenta nenhum sinal de recaída.

Casos semelhantes de recuperação extraordinária foram observados em muitos tipos de câncer, inclusive em formas mais agressivas como a leucemia mieloide aguda, que provoca o crescimento anormal dos glóbulos brancos do sangue.

"Um paciente que não receba tratamento pode morrer em poucas semanas ou até em uma questão de dias", conta Armin Rashidi, da Universidade Washington, em St. Louis. Ele, no entanto, encontrou 46 casos em que essa doença regrediu sozinha. "É possível que 99% dos oncologistas digam que isso é impossível de acontecer", afirma Rashidi, que escreveu um artigo sobre o assunto com o colega Stephen Fisher.

Crianças que se salvam

Por outro lado, é surpreendentemente comum ver crianças se recuperando do neuroblastoma, um tipo de câncer infantil, oferecendo algumas das melhores pistas sobre o que pode acarretar a regressão espontânea.

Esse tipo de câncer surge com tumores no sistema nervoso e nas glândulas. Se ele se espalhar, pode levar ao aparecimento de nódulos na pele e pólipos no fígado, e o inchaço do abdômen dificulta a respiração.

Trata-se de uma doença muito desgastante, mas ela pode desaparecer tão rapidamente como surgiu, mesmo sem intervenção médica. Na realidade, para bebês com menos de 1 ano, a regressão é tão comum que muitos médicos evitam realizar a quimioterapia imediatamente, na esperança de que os tumores diminuam por conta própria.

"Cuidei de três casos com metástases impressionantes, mas apenas observamos os pacientes e eles se recuperaram", lembra Garrett Brodeur, do Hospital Infantil da Filadélfia.

Leia mais: Por dentro da mente em estado vegetativo

Para evitar o sofrimento dessa espera, Brodeur está buscando entender os mecanismos por trás do desaparecimento de um câncer. "Queremos desenvolver agentes específicos que possam iniciar a regressão para não termos que esperar que a natureza tome seu rumo ou que 'Deus' decida", afirma o médico.

Até agora, Brodeur conseguiu boas evidências. Uma delas é de que as células em tumores de neuroblastoma parecem ter desenvolvido a capacidade de sobreviver sem o fator de crescimento nervoso (NFG, na sigla em inglês), o que permite que elas se reproduzam bem em locais do corpo onde não há o NFG.

A remissão espontânea pode ser provocada por uma mudança natural nas células tumorais, talvez envolvendo os receptores que se ligam ao NFG. Isso pode fazer com que as células percam esse nutriente essencial e não consigam sobreviver.

Se isso for verdade, um medicamento que consiga atuar nesses receptores seria capaz de iniciar a recuperação em outros pacientes, sem os indesejáveis efeitos colaterais provocados por tratamentos mais tradicionais para o câncer.

O poder da infecção
Uma das alternativas estudadas é infectar pacientes com doenças tropicais, como a dengue

Infelizmente, recuperações inesperadas de outros tipos de câncer foram menos estudadas. Mas algumas evidências conhecidas hoje foram descobertas há mais de 100 anos por um médico americano pouco conhecido.

No século 19, William Bradley Coley se surpreendeu quando um paciente que tinha um enorme tumor no pescoço se curou completamente quando pegou uma infecção na pele e teve febre alta.

Coley testou o princípio em alguns outros pacientes e descobriu que, ao infectá-los deliberadamente com bactérias, ou tratando-os com toxinas segregadas por micróbios, tumores impossíveis de serem retirados cirurgicamente foram destruídos.

Será que uma infecção seria uma maneira de estimular a remissão espontânea? Análises recentes dão apoio à ideia. O estudo de Rashidi e Fisher descobriu que 90% dos pacientes que se recuperaram de leucemia tinham sofrido alguma outra doença, como pneumonia, antes do desaparecimento do câncer.

Outros artigos mostraram que tumores sumiram depois de casos de difteria, gonorreia, hepatite, gripe, malária, sarampo e sífilis.

Mas não são os germes sozinhos que provocam a cura: a infecção é quem provoca uma resposta imunológica que torna o ambiente inóspito para o tumor. O aquecimento provocado pela febre, por exemplo, pode tornar as células cancerígenas mais vulneráveis ou até fazer com que elas "se suicidem".

Ou talvez seja importante o fato de que quando estamos lutando contra uma bactéria ou um vírus, nosso sangue está saturado de moléculas inflamatórias que agem como uma "convocatória" para os macrófagos do organismo, transformando essas células imunes em guerreiros que matam e engolem micróbios – e potencialmente o câncer.

Ao mesmo tempo, essas células podem estimular outras do sistema imunológico a reconhecerem as células cancerígenas, e assim atacá-las caso o câncer volte.

Contraindo a cura

Outros cientistas estão avaliando uma linha de combate mais radical. Uma das abordagens é deliberadamente contaminar um paciente de câncer com uma doença tropical.

A técnica, desenvolvida pela start-up americana PrimeVax, tem duas etapas: inicialmente, retira-se uma amostra do tumor e coleta-se células dentríticas do sangue do paciente. Essas células ajudam a coordenar a resposta do sistema imunológico a uma ameaça e, ao serem expostas ao tumor em laboratório, elas podem ser programadas para reconhecer as células cancerígenas.

Na segunda etapa, o paciente é contaminado com o vírus da dengue, antes de receber as novas células dendríticas programadas.

Sob supervisão médica, o paciente acaba desenvolvendo uma febre alta e libera moléculas inflamatórias – colocando o resto do sistema imunológico em alerta vermelho.

O tumor passa a ser o alvo principal de um ataque ostensivo das células imunológicas, lideradas pelas células dendríticas. "A febre da dengue derruba e reagrupa o sistema imunológico, fazendo ele assumir com toda a força seu papel de matar células cancerígenas", explica Burce Lyday, da PrimeVax.

A ideia de infectar pacientes vulneráveis com uma doença tropical pode parecer loucura, mas os cientistas argumentam que a dengue, curiosamente, mata menos adultos do que a gripe comum.

E, uma vez que a febre passe, as células programadas vão se manter alertas para o caso de o tumor reincidir. "O câncer é um alvo em movimento. Muitas terapias atacam de apenas uma frente", afirma Lyday.

O cientista espera realizar os primeiros testes com pacientes de melanoma até o fim deste ano.

É claro que todo cuidado é pouco. Como lembra o irlandês Irvine, "a remissão espontânea é uma pequena peça em um quebra-cabeças muito complicado". Mas se esse tipo de tratamento der certo, as implicações são extraordinárias.


Por que a planta comigo-ninguém-pode é perigosa?

O nome da planta comigo-ninguém-pode já dá uma prévia sobre as características dela. Apesar de ser uma das principais causadoras de intoxicações, ela é amplamente utilizada como uma planta ornamental em casas.


Quais os efeitos dessa planta?

A Dieffenbachia, ou comigo-ninguém-pode, também é conhecida em alguns países como Dumb Cane (Cana muda). Esse nome foi atribuído por causa de sua toxina, que quando ingerida pode fazer com que a língua, boca e garganta inchem, paralisando as cordas vocais e tirando sua voz.

Essa planta tem o mesmo efeito em cães e gatos, e ela também pode causar reações alérgicas por meio de contato com os olhos e a pele.

De acordo com o Instituto Nacional de Saúde, alguns dos sintomas reconhecidos pela intoxicação com a comigo-ninguém-pode são ardência e inchaço na boca, língua e garganta, vômito, diarreia, dor nos olhos e danos à córnea.

A comigo-ninguém-pode pode matar?

Sim. Em caso de ingestão dessa planta, o inchaço da garganta pode obstruir o sistema respiratório e levar à óbito. Casos como esse já foram relatados no Brasil e mostram a importância de se buscar apoio médico imediatamente após o consumo.

E ela causa a intoxicação?

A comigo-ninguém-pode contém pedaços de cristais insolúveis em formato de agulhas, em suas folhas e haste.


Esses cristais, chamados de ráfides, são formados por oxalato de cálcio. Mastigar, morder ou mesmo encostar nessa planta libera esses cristais que penetram nos tecidos, resultando em lesões.

Casos com a comingo-ninguém-pode

Os Centros de Informações Toxicológicas no Brasil divulgam um alto número de intoxicações causada pela planta, sendo que apenas em 2001, foram registrados 75.293 casos de envenenamento com a planta no Brasil.

Nos EUA, a comigo-ninguém-pode é a 4ª maior causadora de envenenamento, e cerca de 85% dos acidentes acontecem com crianças.

Por seu poder de toxina, foram feitos estudos com essa planta pelos alemães, durante a II Guerra Mundial. Eles realizaram experimentos com a comigo-ninguém-pode para produzir material de esterilização em campos de concentração.

Como vocês puderam ver, essa planta é muito perigosa, e apesar de sua beleza, é melhor pensar duas vezes antes de escolher a comigo-ninguém-pode para enfeitar a sua casa.

Fonte: HIPERCULTURA - Ciência

Conheça 10 tipos de nuvens super raras em fotos impressionantes

As nuvens estão sempre mudando e por isso é fácil enxergar as mais variadas coisas e formatos nelas. Mas existem alguns tipos de nuvens com formações realmente estranhas e impressionantes.

Entre os mais de 80 tipos classificados pelo Atlas Internacional das Nuvens, existem alguns extremamente raros e que só se formam em condições bem específicas.

Como é uma tarefa muito difícil encontrar algumas delas apenas olhando para o céu, conheça com a gente esses 10 tipos de nuvens super raras e curiosas:

Virga ou água-viva


Essas nuvens recebem o apelido de “água-viva” por causa desses filamentos pendurados, que costumam ser movidos pelo vento. Esse efeito ocorre quando a chuva ou neve começa a cair, mas evapora antes de chegar ao solo. Normalmente isso acontece quando a chuva passa por uma mancha de ar seco ou quente.

Embora a nuvem virga seja rara na maior parte do mundo, elas são menos incomuns em áreas desérticas ou em pradarias. Altitudes elevadas são outro fator que favorecem a sua formação.

Lenticularis


Acredita-se que essas nuvens ovais, chamadas de Altocumulus Lenticularis, são uma das principais razões por trás do avistamento de OVNIs. Essas nuvens parecem pairar sobre montanhas, mesmo com vento soprando sobre elas.

As Lenticularis se formam quando o ar em movimento encontra um obstáculo, como uma montanha, sendo forçado a se erguer sobre ele. A medida que esse ar sobre e esfria, a umidade se condensa formando nuvens.

Asperitas


As nuvens Asperitas são tão raras que só foram oficialmente reconhecidas em junho de 2015, entrando na primeira atualização do Atlas Internacional de Nuvens, criado em 1951 e inalterado até então.

As Asperitas consistem em ondas escuras, que se assemelham a um mar agitado visto de baixo. Seu nome vem de "Asperatus", que significa “agitado” ou “áspero” em latim.
Ainda não se sabe ao certo como essas nuvens se formam, mas apesar de seu formato assustador, elas costumam se dissipar sem se transformarem em grandes tempestades.

Nacreous


Essas nuvens belas e coloridas se formam em uma altitude extremamente alta, na estratosfera polar. Como a estratosfera é normalmente muito seca, quase não há formação de nuvens nessa área e por isso a Nacreous é tão rara. Porém, é por causa da sua altitude que elas exibem essa bela cor, que ganham por refletir a luz abaixo do horizonte.

Elas costumam se manifestar durante os invernos mais frios, quando as temperaturas ficam abaixo de -80º C. Mas apesar da beleza, esse tipo de nuvem estratosférica polar desempenha um papel central na destruição química da camada de ozônio.

Isso porque nessas nuvens frias é produzida uma reação química dos gases CFC (clorofluorocarboneto), que destroem o ozônio.

Kelvin-Helmholtz

Uma das formações mais raras e icônicas, a Kelvin-Helmholtz parece uma onda de mar quebrando.

Elas ocorrem em quase todos os lugares do mundo e em todos os tipos de atmosfera, porém, elas duram apenas alguns minutos antes de se dispersarem, e por isso é tão difícil ver uma delas.

Esse formato curioso ocorre quando o ar quente e rápido flui sobre uma camada mais fria, densa e lenta. Ou seja, essa nuvem é um sinal de que o ar no local é extremamente instável.
Seu nome é em homenagem aos físicos William Kelvin e Hermann von Helmholtz, que descobriram que a diferença nas densidades e velocidades do ar são as causas dessas ondulações.

Arcus


Esse tipo de nuvem podem ser divididos em nuvens de rolo e nuvens de prateleiras. As Arcus são extensas e geralmente são associadas à nuvens de tempestade e trovoadas.

As nuvens Arcus ocorrem quando as temperaturas do ar se invertem, ou seja, quando há camadas de ar quente em cima do ar frio. Isso geralmente ocorre durante ou pouco antes de uma grande tempestade.

Supercélula


As tempestades de nuvens Supercélula têm um poder destrutivo que só perde para os furacões, porém, felizmente, elas são um tipo muito incomum.

O que as diferencia de outras tempestades violentas é que dentro delas existe um vórtice de ar chamado de mesociclone, que faz com que elas se sustentem por muitas horas.

É esse tipo de nuvem que causa tornados. Além disso, as Supercélulas também podem produzir enxurradas e pedras de granizo do tamanho de maçãs.

Cirrocumulus ou Mackerel



Esse tipo de nuvem recebe esse nome por causa do seu padrão ondulado que se assemelha às listras do peixe mackerel, chamado no Brasil de "cavala".

A mackerel indica que uma tempestade está por vir. Elas se formam quando pequenas quantidades de umidade de ar se aproximam de frentes meteorológicas. Mas quanto mais próximas elas ficam, essas nuvens começam a ficar mais fortes e vão mudando de formato.

Mammatus


Essas nuvens que parecem bolsas de ar são uma das formações mais distintas e incomuns. Elas possuem saliências arredondadas que ficam penduradas em sua parte inferior, e seu nome deriva da palavra “mamma”, que significa “seio” em latim.

A Mammatus se forma quando ocorre uma turbulência dentro de nuvens cumulonimbus, que são grandes nuvens de tempestade. Elas podem se estender por centenas de quilômetros.

Essa turbulência leva cristais de gelo para cima, onde o ar não é denso o suficiente para suportar seu peso. Isso faz com que eles caíam, mudando de gelo para vapor d’água. Então, o ar ao redor é resfriado pelo vapor fazendo com que ele afunde, criando essas bolsas.

Nuvem perfurada


Esse tipo de nuvem costuma aparecer entre camadas de nuvens de nível alto e médio, quando uma área de umidade começa a congelar e cair. O gelo descendente deixa então um buraco arredondado entre essas camadas de nuvens, e esse furo pode crescer até 50 km em apenas uma hora.

Assim como as nuvens lenticulares, as nuvens perfuradas foram comumente confundidas com naves espaciais.

6 dicas essenciais para sua primeira ida ao Japão

Por Kelly Kajiwara

Se você está planejando ir para o Japão pela primeira vez, precisa conhecer estas dicas essenciais dadas por quem tem experiência e sabe como são úteis.

Veja quais são e não se esqueça de seguir cada uma delas!

1. Adquira imediatamente dados móveis para seu telefone

Quando chegar ao aeroporto, adquira um chip ou roteador móvel no aeroporto e instantaneamente tenha dados no seu telefone.

Desta forma, a qualquer momento, você poderá fazer chamadas, verificar os mapas do Google ou ter conectividade mesmo em lugares remotos (como uma pousada na montanha).

Deixe salva uma página de conversão de reais ou dólares para ienes e uma de tradução do japonês para o inglês, no Google.

Além de uma página com dicionário de kanji, para poder compreender mais facilmente as placas e sinais.

Leia também:

Quais sãos os Apps mais úteis para a sua viagem ao Japão?

2. Compre um Passe JR se você estiver planejando sair de Tóquio

Se você pretende sair de Tóquio e saber como são as viagens nos famosos trens do Japão, compre um Japan Rail (JR) Pass para estrangeiros.

Por cerca de US$ 250, você obtém uma passagem que lhe permitirá viajar em qualquer linha JR do país, durante sete dias, incluindo vários shinkansen (trens de alta velocidade) diferentes.

3. Leve e ande com dinheiro para facilitar sua vida

O Japão é uma sociedade que utiliza, principalmente, o dinheiro e muitos lugares que você espera que recebam cartão de crédito, como o McDonald’s, não recebem.

A maioria das lojas não estão equipadas com maquininhas para cartão. É recomendado também um cartão sem qualquer transação estrangeira ou taxas de saque.

Além disso, tudo que custa de 1 a 500 ienes (cerca de US$ 5) são pagos em moedas. Recomenda-se também usar um porta-moedas na bolsa, você vai precisar dele.

4. Use e abuse das lojas de conveniência (konbinis)

Se tem uma coisa do Japão que todo visitante gosta e sente saudades, são as konbinis. Nem os banheiros modernos com os assentos aquecidos fazem tanto sucesso.

Nas konbinis você pode encontrar de tudo, desde uma alimentação saudável por cerca de US$ 5 até um caixa eletrônico ou o remédio para sua dor de cabeça.

Entre as favoritas dos visitantes estão as konbinis da rede 7 Eleven, onde é possível tomar um café da manhã econômico, com um pão de melão ou de feijão e um ótimo café.

5. Eigo o hanashimasu ka? / Você fala inglês?

Não tem melhor alternativa, o ideal é aprender um pouco do japonês antes de visitar o Japão. Mas, se isso for demais, você deve, pelo menos, aprender essa frase, além de ter um certo domínio do inglês.

Os japoneses falam japonês, claro! Mas, existem alguns locais onde você pode encontrar mais pessoas falantes do inglês, como nas estações de trem, aeroportos e nas principais atrações turísticas.

De qualquer forma, tente decorar algumas perguntas em inglês para usar nesses lugares.

6. Leve higienizantes para mãos e uma sacola de plástico em todos os lugares

Algumas pessoas podem achar estranho e sentir falta dos dispensadores de sabão na maioria dos banheiros públicos do Japão.

Outra coisa que você pode sentir falta são das latas de lixo em espaços públicos. Aparentemente, elas foram retiradas como uma medida antiterrorista em 1995, depois de um atentado no metrô de Tóquio, usando explosivos deixados em uma lata de lixo pública.

Acostume-se a carregar na bolsa uma sacola de plástico. Pode ser aquela que você ganhou na 7 Eleven, e dispense-a no local adequado no final do dia.

Gostaram das dicas? E você que já conhece o Japão, qual dica daria para que ainda não foi?


Mortes por asfixia (asfixiologia forense): classificação e sinais diagnósticos

Traumatologia ou Lesonologia Médico-Legal é um dos maiores capítulos dentro do estudo da especialidade Medicina Legal e Perícia Médica; nele se investiga o mecanismo que originou o trauma e a lesão por ele provocada (Paradigma médico-legal: a lesão é que caracteriza o agente). Trauma é definido como uma energia de ordem externa sobre o individuo, modificando seu estado de equilíbrio fisiológico (com ou sem tradução morfológica) de modo reversível ou irreversível; e lesão é traduzida como alteração estrutural proveniente de uma agressão ao organismo. 

Leia também: A perícia do alegado erro médico – Medicina Legal e Perícias Médicas

Estratificação

Os agentes vulnerantes são estratificados de acordo com características em comum:  

Flamínio Fávero adota a classificação de Borri:

Mecânica, Física, Química, Físico-química, Bioquímica, Biodinâmica e Mista; 

Helio Gomes, por sua vez, as divide entre:

Física (mecânica, barométrica, térmica , elétrica, radiante); 

Química (venenos, cáusticos);

Físico-Química.

Analisando especificamente as energias de ordem físico-química, são aquelas que impedem a passagem do ar pelas vias respiratórias e alteram a bioquímica do sangue, produzindo um fenômeno conhecido como asfixia. 

Para que ocorra a Hematose (transformação do sangue venoso em sangue arterial nos alvéolos pulmonares, através de uma troca de gases devido à diferença de concentração de oxigênio e gás carbônico por difusão), são necessários diversos fatores como o meio ambiente e composição dos gases — aéreo, sólido, liquido ou outros gases inertes —, orifícios e vias aéreas permeáveis, elasticidade do tórax, expansão pulmonar, ventilação pulmonar, circulação e bioquímica sanguínea e pressão atmosférica compatível; qualquer prejuízo em alguma dessas fases podem gerar déficit na troca gasosa. 

Classicamente o que se estuda na Asfixiologia Forense são os estados em que o prejuízo da ventilação pulmonar são causadas por meios mecânicos como enforcamento, estrangulamento, esganadura, mas também existem outros mecanismos de asfixia que serão detalhados a seguir.

Os efeitos da redução de oxigênio do sangue arterial (hipoxemia) e aumento do teor de CO2 (hipercapnia) se dividem em fase cerebral, fase de excitação cortical e medular, fase respiratória e cardíaca com o aumento da pressão arterial, frequência cardíaca e respiratória, sonolência, obnubilação, fraqueza muscular, cefaleia, cianose, náuseas e vômitos, convulsões, coma e morte.

Existem sinais gerais de asfixia, presentes na maioria dos casos, mas importante frisar que não são patognomônicos, mas orientam quanto a ocorrência de um quadro possivelmente asfíxico, sendo eles sinais externos e internos.

Sinais externos: Cianose, exoftalmia, hemorragia conjuntival, petéquias em pele e mucosa, protrusão da língua, espuma na boca e narinas e hipóstases precoces, escuras e abundantes 

Sinais internos: Manchas de Tardieu (equimoses diminutas, localizadas na pleura visceral, sulcos interlobares e bordas dos pulmões, pericárdio, entre outros órgãos abdominais com coloração violácea, número variável, esparsas ou aglomeradas), congestão polivisceral, sangue fluído e escuro e demais sinais específicos de cada tipo de asfixia (ex: manchas de Paltauf, máscara equimótica de Morestin, congestão compressiva de Perthes, sinal de Valentin, sinal de Brouardel, sinal de Niles, sinal de Amussat-Divergie-Hoffmann, entre outros.)

As mortes asfixicas podem ser divididas em naturais (doenças que reduzem a ventilação ou circulação pulmonar ou que provoque tal dificuldade) e violentas (decorrentes de traumatismo).

Subtipos: 

Anoxia ou hipóxia — causas externas ou internas;

Anoxia de ventilação ou anóxica;

Anoxia anêmica;

Anoxia de circulação e de estase;

Anoxia tissular ou histotóxica;

Apneia sem acumulo de gás carbônico;

Asfixias mecânicas;

Anoxia com acapneia;

Anoxia com hipercapneia: acumulo de gás carbônico.

Classificação (Oscar Freire e Flamínio Fávero): 

Alteração da dinâmica respiratória:

Constrição cervical:

Enforcamento: asfixia mecânica produzida por constrição cervical por meio de um laço acionado pelo peso da própria vitima (pode ser por suspensão completa ou incompleta, e na maioria das vezes é de origem suicida).

Estrangulamento: asfixia por constrição do pescoço por um laço acionado por meio diverso ao peso da vitima (podendo ser homicida ou acidental).

Esganadura: asfixia por constrição do pescoço exercida pelas mãos do agressor. 

Carga aproximada para obliteração das vias aéreas e vasos do pescoço:

2 Kg obliteram as jugulares 

5 Kg obliteram as carótidas 

25 Kg obliteram as artérias vertebrais

10 Kg obliteram a laringe

25kg obliteram a traqueia. 

Obstrução das vias aéreas ou impedimento da expansão da caixa torácica: 

Sufocação direta: asfixia mecânica com obstrução à penetração do ar nas vias respiratórias desde o nariz/boca até a traqueia. (ex: engasgue – corpo estranho) 

Sufocação indireta: Aquela causa pela compressão externa do tórax, impedindo os movimentos respiratórios.

* Sufocação Posicional: Crucificação ou individuo em posição de “cabeça para baixo” — Mecanismo de morte: Fadiga aguda dos músculos da respiração, seguida de apneia e anoxia.

* Pela compressão torácica há dificuldade no retorno venoso pelas veias cavas superior e inferior e o enchimento cardíaco. O sangue fica acumulado no sistema venoso, com grande aumento da pressão nas extremidades venosas dos capilares e vênulas.

* Face de cor arroxeada bem escura devido a numerosas petéquias, conhecida como Máscara Equimótica de Morestin.

* Fratura de costelas, sinais externos de luta ou araste podem ser encontradas nesse e em outros casos.

* Em movimentos de imobilização onde se projeta o peso do corpo sobre o outro, em soterramentos, dispersão de grandes multidões com pisoteamento ou compressão em locais confinados, esse mecanismo de sufocação indireta também pode ser encontrado, a depender dos sinais encontrados no exame necroscópico.

Saiba mais: Medicina Legal e Pericias Médicas: áreas de estudo e atuação profissional

Modificações do meio ambiente: 

Soterramento (meio pulvurulento) 

Afogamento (meio líquido)

Fisiopatologia do óbito:

Fase de defesa, resistência e exaustão ao afogamento.

Fase de surpresa e de dispneia

Fase de resistência com a parada movimentos respiratórios

Fase de exaustão: inspiração profunda, asfixia com perda da consciência, insensibilidade, convulsões e morte.

Confinamento (ambientes fechados, por vez acidental ou aglomerações)

Gases inertes:  Asfixia produzida pela substituição do ar por um gás inerte não tóxico.

A conclusão de um laudo em morte por asfixia depende de diversos fatores particulares em análise com um exame necroscópico detalhado, podendo ser complementado com estudo químico-laboratorial; a complementação da investigação depende da análise do local dos fatos, depoimento de testemunhas, entre outros para identificação do suspeito e outras elucidações do caso.

Autor(a): Luiz Fernando Segura

Graduado em Medicina pela Universidade de Mogi das Cruzes (FMUMC) ⦁ Médico residente em Medicina legal e Perícia médica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP) ⦁ Pós-graduado em Medicina legal e Perícia médica pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP) ⦁ Pós-graduando em Medicina do Trabalho no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP) ⦁ Pós-graduando em Medicina do Tráfego na Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.

Referências bibliográficas: 

França GV. Medicina Legal, 8ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. p. 01.

Hercules, HC. Medicina Legal – Texto e Atlas. São Paulo: Editora Atheneu, 2005.

Fonte: PORTAL PEBMED - https://pebmed.com.br/mortes-por-asfixia-asfixiologia-forense-classificacao-e-sinais-diagnosticos/


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