Venezuela. Covid: 41 padres e 4 bispos mortos no país desde março de 2020
Atualmente, a Igreja na Venezuela tem 2.068 sacerdotes, 345 diáconos permanentes e 60 bispos. "Em meio à crise global diante da pandemia, os sacerdotes não estão isentos dos riscos de contrair a Covid-19 em um momento em que as pessoas buscam o consolo do espírito e a proximidade da fé, para a qual os sacerdotes oferecem seu serviço à Igreja", escreve a Conferência episcopal, lembrando que desde a chegada da Covid-19 ao país, a mesma sempre exortou a população a respeitar as medidas anti-Covid.
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| 24/09/2021Telegrama do Papa pela morte do cardeal venezuelano Urosa Savino |
De março de 2020 a 13 de dezembro de 2021, 413 sacerdotes e 26 bispos foram infectados pela Covid-19 na Venezuela, dos quais 41 sacerdotes e 4 bispos morreram. Foi o que anunciou a Conferência Episcopal Venezuelana (CEV), publicando dados estatísticos atualizados até 13 de dezembro de 2021.
Dos quatro bispos falecidos, três eram eméritos
Bispos sempre exortaram ao respeito às medidas anti-Covid
Nature lista brasileiro chefe de equipe que descobriu a ômicron entre os 10 cientistas mais influentes de 2021
Seleção tem nomes de pesquisadores de diversas áreas, como Zhang Rongqiao, um engenheiro chinês que liderou a primeira missão bem-sucedida da China à Marte.
Por g1 - 15/12/2021 15h53 Atualizado há uma hora
O pesquisador brasileiro Tulio de Oliveira foi selecionado como um dos 10 cientistas mais influentes de 2021 pela revista científica Nature nesta quarta-feira (15). A seleção, feita anualmente pelos editores da Nature, tem por objetivo destacar os indivíduos que mais contribuíram com a ciência no ano.
Tulio é diretor do Centro para Respostas e Inovação em Epidemias (CERI) na África do Sul, onde vive desde 1997. Ele ganhou destaque ao chefiar uma das equipes envolvidas na descoberta da nova variante do coronavírus no país e por compartilhou os dados com a Organização Mundial da Saúde (OMS) em 24 de novembro.
Veja abaixo quem são os demais selecionados pela Nature.
Winnie Byanyima
Friederike Otto
Zhang Rongqiao
Timnit Gebru
John Jumper
Victoria Tauli-Corpuz
Guillaume Cabanac
Meaghan Kall
Janet Woodcock
LITURGIA DA PALAVRA
Ano C – nº 5 – 19 de dezembro de 2021
4º DOMINGO DO ADVENTO
Ano da Comunhão
“Eram perseverantes na comunhão fraterna” (At 2,42)
Com esta liturgia, ingressamos na última semana do tempo litúrgico do Advento.
Muito em breve celebraremos o Natal do Senhor. Certos da presença do Senhor Ressuscitado em nosso meio, deixemos que a meditação sobre toda a espera vivida pelo mundo, até que se cumprisse as promessas do Senhor, nos sirva de estímulo para viver na esperança a nossa vocação cristã, mesmo em meio às dificuldades do nosso tempo. Felizes seremos se, como a Virgem Maria, guardarmos a Palavra de Deus em nosso coração, porque Ele sempre cumpre as suas promessas.
Primeira Leitura
Leitura da Profecia de Miquéias:(Mq 5,1-4a)
Assim diz o Senhor: Tu, Belém de Éfrata, pequenina entre os mil povoados de Judá, de ti há de sair aquele que dominará em Israel; sua origem vem de tempos remotos, desde os dias da eternidade. Deus deixará seu povo ao abandono, até ao tempo em que uma mãe der à luz; e o resto de seus irmãos se voltará para os filhos de Israel.
Ele não recuará, apascentará com a força do Senhor e com a majestade do nome do Senhor seu Deus; os homens viverão em paz, pois ele agora estenderá o poder até aos confins da terra, e ele mesmo será a Paz.
Segunda Leitura
Leitura da Carta aos Hebreus:(Hb 10,5-10)
Irmãos: Ao entrar no mundo, Cristo afirma: “Tu não quiseste vítima nem oferenda, mas formaste-me um corpo. Não foram do teu agrado holocaustos nem sacrifícios pelo pecado. Por isso eu disse: ‘Eis que venho. No livro está escrito a meu respeito: Eu vim, ó Deus, para fazer a tua vontade’”.
Depois de dizer: “Tu não quiseste nem te agradaram vítimas, oferendas, holocaustos, sacrifícios pelo pecado” – coisas oferecidas segundo a Lei –, ele acrescenta: “Eu vim para fazer a tua vontade”. Com isso suprime o primeiro sacrifício, para estabelecer o segundo. É graças a esta vontade que somos santificados pela oferenda do corpo de Jesus Cristo, realizada uma vez por todas.
EVANGELHO DO DIA
PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas (Lc 1,39-45)
Naqueles dias, Maria partiu para a região montanhosa, dirigindo-se, apressadamente, a uma cidade da Judeia. Entrou na casa de Zacarias e cumprimentou Isabel. Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança pulou no seu ventre e Isabel ficou cheia do Espírito Santo.
Com um grande grito exclamou: “Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre! Como posso merecer que a mãe do meu Senhor me venha visitar? Logo que a tua saudação chegou aos meus ouvidos, a criança pulou de alegria no meu ventre. Bem-aventurada aquela que acreditou, porque será cumprido o que o Senhor lhe prometeu”.
PALAVRAS DO SANTO PADRE
Devemos rezar a Nossa Senhora, para que, trazendo Jesus, nos dê a graça da alegria, da liberdade da alegria". Que nos dê a graça de louvar, de louvar com uma oração de louvor gratuito, de louvor, porque Ele é sempre digno de louvor. Rezar para Nossa Senhora e dizer-lhe como diz a Igreja: Vinde, Maria, Senhora, a escolhida, tu nos visita, Senhora, tu és tão grandiosa, visita-nos e doa-nos a alegria!
Bom dia, Bom domingo a todos.
LITURGIA DA PALAVRA
Ano C – nº 4 – 12 de dezembro de 2021
3º DOMINGO DO ADVENTO
Ano da Comunhão
“Eram perseverantes na comunhão fraterna” (At 2,42)
O tema da alegria é recorrente na celebração litúrgica. Em meio às tribulações de nosso tempo, o Senhor nos convida a alegrar-nos, porque depositamos nossa esperança nele. Neste 3º domingo do Advento, chamado “domingo da alegria”, renovemos a fonte da alegria cristã, que é a confiança em Deus, que escuta as nossas preces e alimenta nossa esperança ao cumprir sua Palavra em nós, e deixemos que esta alegria seja para nós fonte de conversão e começo de uma vida nova.
Primeira Leitura (Sf 3,14-18a)
Leitura da Profecia de Sofonias
Canta de alegria, cidade de Sião; rejubila, povo de Israel! Alegra-te e exulta de todo o coração, cidade de Jerusalém! O Senhor revogou a sentença contra ti, afastou teus inimigos; o rei de Israel é o Senhor, ele está no meio de ti, nunca mais temerás o mal. Naquele dia, se dirá a Jerusalém: “Não temas, Sião, não te deixes levar pelo desânimo! O Senhor, teu Deus, está no meio de ti, o valente guerreiro que te salva; ele exultará de alegria por ti, movido por amor; exultará por ti, entre louvores, como nos dias de festa”
Segunda Leitura (Fl 4,4-7)
Leitura da Carta de São Paulo aos Filipenses
Irmãos: Alegrai-vos sempre no Senhor; eu repito, alegrai-vos. Que a vossa bondade seja conhecida de todos os homens! O Senhor está próximo! Não vos inquieteis com coisa alguma, mas apresentai as vossas necessidades a Deus, em orações e súplicas, acompanhadas de ação de graças. E a paz de Deus, que ultrapassa todo o entendimento, guardará os vossos corações e pensamento em Cristo Jesus.
EVANGELHO DO DIA (Lc 3,10-18)
NAQUELE TEMPO, as multidões perguntavam a João: “Que devemos fazer?” João respondia: “Quem tiver duas túnicas, dê uma a quem não tem; e quem tiver comida, faça o mesmo!” Foram também para o batismo cobradores de impostos, e perguntaram a João: “Mestre, que devemos fazer?” João respondeu: “Não cobreis mais do que foi estabelecido”. Havia também soldados que perguntavam: “E nós, que devemos fazer?” João respondia: “Não tomeis à força dinheiro de ninguém, nem façais falsas acusações; ficai satisfeitos com o vosso salário!” 15O povo estava na expectativa e todos se perguntavam no seu íntimo se João não seria o Messias. Por isso, João declarou a todos: “Eu vos batizo com água, mas virá aquele que é mais forte do que eu. Eu não sou digno de desamarrar a correia de suas sandálias. Ele vos batizará no Espírito Santo e no fogo. Ele virá com a pá na mão: vai limpar sua eira e recolher o trigo no celeiro; mas a palha ele a queimará no fogo que não se apaga”. E ainda de muitos outros modos, João anunciava ao povo a Boa-Nova.
PALAVRAS DO SANTO PADRE
Hoje é o terceiro domingo do Advento, chamado também Gaudete, ou seja, domingo da alegria. Na liturgia ressoa várias vezes o convite a alegrar-se, a rejubilar, porquê? Porque o Senhor está próximo. O Natal está próximo. A mensagem cristã chama-se “evangelho”, isto é, “boa nova”, um anúncio de alegria para todo o povo; a Igreja não é um refúgio para pessoas tristes, a Igreja é a casa da alegria! E quantos estão tristes encontram nela a alegria, a verdadeira alegria!
Bom dia, Bom domingo a todos.
SÃO NICOLAU DE BARI - PAPAI NOEL
Uma vida obedienteNicolau nasceu em Patara, uma cidadezinha marítima da Lícia, na Turquia meridional, no III século d.C., em uma família rica, que o educou ao cristianismo. A sua vida, desde a sua juventude, foi marcada pela obediência. Ao tornar-se órfão, ainda muito jovem, de pai e mãe, Nicolau, recordando a passagem evangélica do “Jovem Rico”, empregou toda a riqueza paterna à assistência dos necessitados, enfermos e pobres.
Foi nomeado Bispo de Mira e, sob o império de Diocleciano, foi exilado e preso. Depois da sua libertação, em 325, participou do Concílio de Niceia e faleceu em Mira em 343.Foram muitos os episódios transmitidos sobre Nicolau e todos dão testemunho de uma vida ao serviço dos mais fracos, pequeninos e indefesos.
Foi nomeado Bispo de Mira e, sob o império de Diocleciano, foi exilado e preso. Depois da sua libertação, em 325, participou do Concílio de Niceia e faleceu em Mira em 343.
Defensor dos fracos
Uma das histórias mais antigas, transmitidas sobre a vida de São Nicolau, diz respeito a um seu vizinho de casa, que tinha três filhas, já na idade de se casar, mas não tinham dinheiro suficiente para comprar o dote. Para livrá-las da prostituição, certa noite, Nicolau colocou dinheiro em um pano e o jogou pela janela da casa do vizinho e saiu correndo para não ser visto. Graças àquele presente, a primogênita do vizinho conseguiu se casar. O generoso benfeitor repetiu aquele gesto, outras duas vezes, mas, na terceira noite, o pai das moças saiu rápido de casa para saber quem era aquele benfeitor. Mas o Santo lhe pediu para não dizer nada a ninguém.
Outra história diz respeito a três jovens estudantes de teologia a caminho para Atenas. O dono da hospedaria, onde os jovens tinham parado para passar a noite, os roubou e os matou, escondendo os seus corpos em uma pipa. O Bispo Nicolau, que também viajava para Atenas, parou na mesma hospedaria e, enquanto dormia, teve uma visão sobre o crime cometido pelo dono. Então, recolhendo-se em oração, São Nicolau deu novamente a vida aos três estudantes e obteve a conversão do dono malvado.
Este episódio, como o da libertação misteriosa de Basílio, - um rapaz sequestrado por piratas e vendido como doméstico a um emir, o qual, segundo a lenda, reapareceu, misteriosamente, na casa dos seus pais, com cetro de ouro do soberano estrangeiro – contribuíram para difundir a fama de Nicolau como padroeiro das crianças e dos jovens.
Protetor dos navegantes
Durante os anos da sua juventude, Nicolau embarcou para ir em peregrinação à Terra Santa. Passando pelos mesmos caminhos percorridos por Jesus, Nicolau rezou para poder fazer a mesma experiência, mais profunda e solidária, da vida e dos sofrimentos de Jesus. No caminho de retorno, ocorreu uma tremenda tempestade e o navio arriscava naufragar. Nicolau pôs-se, discretamente, em oração e o vento e as ondas, de repente, se acalmaram para o estupor dos marinheiros, que temiam naufragar.
São Nicolau de Bari
Depois da morte de São Nicolau, seu túmulo em Mira tornou logo meta de peregrinação; as suas relíquias foram consideradas milagrosas, por causa de um misterioso líquido, chamado maná de São Nicolau, que saía de dentro. Quando, no século XI, Lícia foi tomada pelos Turcos, os venezianos procuraram apoderar-se, mas foram precedidos pelos habitantes de Bari. Assim, levaram suas relíquias para a Apúlia, em 1087. Dois anos depois, foi concluída a cripta da nova igreja, desejada pelo povo de Bari, no lugar onde surgia o palácio do “catapano” bizantino. O papa Urbano II, escoltado pelos cavaleiros normandos, senhores da Apúlia, colocou as relíquias do Santo sob o altar, onde se encontram ainda hoje.
A translação das relíquias de São Nicolau teve um impacto extraordinário em toda a Europa. Na Idade Média, seu santuário na Apúlia tornou-se uma importante meta de peregrinações, com o consequente resultado da difusão do culto de São Nicolau de Bari e não com o nome de São Nicolau de Mira.
Santa Klaus
Nos Países Baixos, em geral, nos territórios germânicos, a festa invernal de São Nicolau (em holandês “Sint Nikolaas” e depois “Sintklaas”) e, de modo particular, a sua proteção das crianças, deram origem à tradição infantil da espera de presentes: nas vésperas da festa do Santo, as crianças deixam sapatos ou meias sobre uma cadeira ou ao lado da lareira e vão dormir, confiantes de encontra-los no dia seguinte cheios de doces e presentes.
Missa antiga: com as novas normas os fiéis devem ser orientados
Cardeal Blase Cupich, Arcebispo de Chicago

O cardeal Blase Cupich, arcebispo de Chicago em reflexão resultante de um encontro com sacerdotes, fala sobre o motu proprio do Papa "Traditionis custodes" para destacar sua riqueza e indicar alguns princípios orientadores necessários para a compreensão e a implementação pastoral do texto
Gabriella Ceraso – Vatican News
Uma profunda compreensão da reforma do Concílio Vaticano II e a unidade da Igreja. Estas são as duas pedras angulares do motu proprio Traditionis custodes, sobre o uso da liturgia romana anterior a 1970, que o Papa publicou em julho passado. Para uma apropriada compreensão em nível diocesano é necessário o acompanhamento dos pastores e a oração de todos com as palavras que o próprio Jesus disse: "Que todos sejam um, Pai".
A reflexão é do arcebispo cardeal de Chicago, Dom Blase Cupich, em resposta a uma pergunta feita a ele por um grupo de sacerdotes durante uma reunião. O cardeal recorda o documento papal que estabelece - recordamos - que "Os livros litúrgicos promulgados pelos Santos Pontífices Paulo VI e João Paulo II, em conformidade com os decretos do Concílio Vaticano II, são a única expressão da lex orandi do Rito Romano e que a responsabilidade de regular a celebração de acordo com o rito pré-conciliar deve ser do bispo, moderador da vida litúrgica diocesana". "É de sua competência exclusiva", estabelece o motu proprio, "autorizar o uso do Missale Romanum de 1962 na diocese, seguindo as orientações da Sé Apostólica".
Não há duas formas do Rito Romano
Trata-se, reflete o cardeal Cupich, "de restabelecer em toda a Igreja de Rito Romano uma única e idêntica oração que exprima sua unidade, de acordo com os livros litúrgicos promulgados pelos Santos Papas" e em conformidade com os decretos do Concílio Vaticano II. Em outras palavras, não existem duas formas do Rito Romano, porque a palavra "reforma" significa deixar "uma forma anterior de celebrar os sacramentos" e adotar uma nova. Foi o que aconteceu, afirmou ainda o cardeal, com outros documentos reformadores como o Código de Direito Canônico de 1917 e o Catecismo da Igreja Católica de 1993, à luz dos quais ‘ninguém’, observa Cupich, "pensaria em afirmar que as formas anteriores ainda possam ser usadas, simplesmente porque a palavra reforma significa algo". Por isso, também em relação à reforma litúrgica deve significar algo".
Unidade, continuidade, papel do bispo
Segundo o Cardeal, a partir deste ponto de partida há três importantes princípios orientadores para receber e aplicar o motu proprio.
A primeiro é a unidade da Igreja. Há algum tempo, lembra o cardeal Cupich, o arcebispo Dom Augustine Di Noia, secretário da Congregação para a Doutrina da Fé, disse em uma entrevista que a esperança de João Paulo e Bento ao ampliar a possibilidade de usar a Missa Pré-Vaticano II era promover a unidade na Igreja e combater os abusos que se haviam espalhado na celebração da Missa Pós-Vaticano II. Uma aspiração que em seu coração era um desejo de curar a divisão com os membros da Sociedade de São Pio X, fundada por Monsenhor Lefebvre. Por outro lado, observa o cardeal Cupich, com o tempo, foi gerado um movimento na Igreja que impede as reformas do Concílio Vaticano II através da rejeição da mais importante, a reforma do Rito Romano.
O segundo princípio orientador que o Papa aborda no motu proprio é precisamente o "sólido e inequívoco reconhecimento" pelos católicos de que o Concílio Vaticano II e suas reformas estão em continuidade com a tradição da Igreja, além de serem uma "autêntica ação do Espírito Santo". Assim, os livros litúrgicos promulgados pelos Papas Santos são "a única expressão da lex orandi do Rito Romano".
Por fim, o papel do bispo, princípio orientador do documento papal, que restitui ao prelado o papel de "moderador, promotor e guardião de toda a vida litúrgica em sua diocese" com a "competência para regulamentar o uso como uma concessão excepcional da antiga liturgia". Aqui também a ênfase do Papa - observa Cupich - vai no sentido de promover uma forma unitária de celebração.
Um acompanhamento direcionado
Ao explicar como implementar pastoralmente os objetivos do motu proprio, o cardeal Cupich se concentra principalmente no acompanhamento por parte dos pastores, com o objetivo de que "compreendam a ligação entre a forma como praticamos o culto e aquilo que acreditamos, tendo em mente o desejo do Papa de que os pastores conduzam os fiéis ao uso exclusivo dos livros litúrgicos reformados". Em seguida explica: "Isso deve também ajudar as pessoas a apreciar o quanto a Missa reformada as leve a um maior uso das Escrituras e das orações da tradição romana, e também pode significar incluir criativamente na Missa reformada pelo Concílio, elementos da forma precedente como por exemplo, gestos, uso do canto gregoriano e períodos de silêncio na liturgia”.
Creio - conclui o cardeal Cupich - que podemos usar esta oportunidade para ajudar todo o nosso povo a compreender melhor o grande dom que o Concílio nos deu ao reformar o nosso modo de adorar. Daí o renovado compromisso pessoal de promover um retorno a uma forma unitária de celebração, de acordo com as diretrizes do motu proprio e o convite coletivo a todos para "rezar, como Jesus fez na noite anterior à sua morte, para que todos sejam um".
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