Em 10 anos, o número de pessoas que vivem sozinhas no Brasil saltou de 10,4% para 14,6% da população, segundo o IBGE.
30 milhões de brasileiros preferem viver sozinhos e são mais felizes, diz pesquisador
VAMOS TOMAR A VACINA E COM ISTO REDUZIR O MÁXIMO OS RISCOS DE CONTAMINAÇÃO
NOTÍCIAS EM DESTAQUE - VACINAS - DEFINIÇÃO - EFICÁCIA - É SEMPRE BOM SER VACINADO E FICAR PROTEGIDO, MESMO QUANDO NÃO SE TEM 100%.
Uma vacina é uma preparação biológica que fornece imunidade adquirida ativa para uma doença particular. Uma vacina tipicamente contém um agente que se assemelha a um microrganismo causador de doenças e é muitas vezes feito de formas enfraquecidas ou mortas do micróbio, das suas toxinas ou de uma das suas proteínas de superfície. O agente estimula o sistema imunológico do corpo a reconhecê-lo como uma ameaça, destruí-lo e a manter um registro seu para que possa mais facilmente reconhecer e destruir qualquer um desses microrganismos que mais tarde encontre. As vacinas podem ser profilácticas (exemplo: para prevenir ou melhorar os efeitos de uma futura infecção por qualquer patógeno natural ou "selvagem"), ou terapêuticas (por exemplo, vacinas contra o câncer estão a ser pesquisadas).
Vacinas são, historicamente, o meio mais efetivo e seguro para se combater e erradicar doenças infecciosas. Limitações para sua eficácia, porém, existem. Algumas vezes, a proteção oferecida pela vacina falha porque o sistema imune humano não consegue responder adequadamente ou não responde. A falta de resposta imune envolve muitos fatores, como diabetes, uso de esteroides sintéticos ou HIV. Pode também haver um fator genético para a falha da vacina, se o sistema imune não possuir linhas de células B capazes de gerar anticorpos específicos para se ligar a um determinado patógeno. Mesmo que o organismo desenvolva os anticorpos, a proteção ainda pode não ser adequada, pois a imunidade pode se desenvolver muito devagar para ser efetiva a tempo, os anticorpos podem não destruir o patógeno completamente ou pode haver muitas cepas diferentes de patógenos, nem todos suscetíveis a uma resposta imune. Porém, até mesmo a imunidade parcial, tardia ou fraca pode mitigar a infecção, resultando em uma baixa taxa de mortalidade, baixa morbidade e total recuperação.
EFICÁCIA
O primeiro deles é se as cepas do vírus influenza que circularão serão semelhantes àquelas definidas pela OMS como as mais prováveis e que estão contidas na vacina. Nos anos em que ocorre uma maior coincidência entre as cepas contidas na vacina e as circulantes, esta eficácia está em torno de 70 a 80%.
Cientistas explicam que nenhum imunizante é 100% eficiente. O grau de eficácia, no entanto, é importante para definir qual a cobertura vacinal será necessária para, de fato, frear a doença. No caso de eficácia mínima para a covid, mesmo se toda a população recebesse a dose, não haveria certeza de queda na transmissão do vírus.
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